A HISTÓRIA DA BOLSA
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Já na pré-história podem ser encontradas referências em desenhos das civilizações nômades utilizando pele de animais para carregar caças e mantimentos. Porém, foi na Europa do século XV que as bolsas, então usadas por homens e mulheres, começaram a ganhar espaço: bordadas ou com ornamentos dourados. Também nessa época, era muito comum que homens presenteassem suas noivas com bolsas bordadas, contando uma história de amor.
No século XVI, a enorme procura por bolsas trouxe para sua fabricação outros materiais, como couro, tecido… Poderiam também ser transpassadas ao corpo ou carregadas a tiracolo. Passaram a ser indispensáveis no final do século XVIII, quando as mulheres passaram a possuir várias bolsas, específicas para cada ocasião e onde geralmente carregavam: ruge, pó de arroz, pequeno vidro de essência, cartões de visita e sais.
A industrialização invadiu o mundo da moda no século XIX e trouxe para as bolsas novos adereços, compartimentos internos, fechos, além de novos tamanhos e formatos. A bolsa agora tinha que combinar com o look inteiro. Aliás, era parte muito importante dele.
Hoje, podemos dizer que, para uma mulher, a bolsa é a extensão de sua personalidade. Dentro delas, carrega-se um pouco de tudo e de tudo um pouco: batom, pinça, perfume, celular e/ou Blackberry, absorvente, carteira, óculos, bloquinhos… Isso fora um casaquinho para agüentar o frio do cinema e protetor solar para os dias ensolarados. A bolsa carrega isso tudo e muito mais!
